Review: Flower

Jogo antigo, porém, quase obrigatório a todos usuários da PSN.

Se, você aí, dono de PS3 com acesso a internet e portador de uma conta na Playstation Network não tiver gasto R$ 14,00 para comprar esse maravilhoso jogo, pare de perder tempo AGORA. Flower é um dos poucos “mini-games” que tem o poder de te deixar calmo e ao mesmo tempo obter aquele envolvimento com o jogador de uma maneira esplêndida, apesar da simplicidade.

Desenvolvido pela Thatgamecompany, publicado pela própria Sony com uma mãozinha da Santa Monica Studios, Flower foi lançado em 2009, como dito antes, apenas na PSN, sendo mais um exclusivo para o PS3. O sucessor do jogo “flOw” conseguiu atingir bem o seu objetivo no que tange às emoções do jogador e, ao mesmo tempo, ser extremamente divertido e até mesmo desafiante em algumas partes (se você for um trophy hunter, no caso). O objetivo do jogo é simples: coletar todas as flores no caminho. O jogador começa sendo uma simples pétala, e no decorrer do jogo vai coletando várias e várias outras flores, se transformando numa corrente enorme de pétalas, podendo coletar outras flores secretas, etc. E por falar em objetivo, a história também é intrigante. Você é um simples vaso de flor, que, digamos, sonha. Sim, você é uma flor que tem sonhos. E a cada sonho concluído, o cenário no menu do jogo muda e um novo vaso aparece, com outro sonho e uma nova fase.

Os objetivos de cada fase variam entre acionar moinhos de vento, “colorir” cidades,  reviver árvores gigantes, encontrar caminhos alternativos, e até mesmo conseguir “sobreviver” em algumas partes. Não se usa os analógicos do Dualshock, apenas o sensor de movimento dele. Ou seja, você apenas direciona a corrente de pétalas como se estivesse dirigindo um carro, adicionando movimentos para cima e baixo também.
Mesmo sendo um mini-game da PSN, o jogo possui gráficos belíssimos, sendo cada cenário extremamente detalhado, como se você estivesse realmente dentro do jogo. A grama, rochas, flores, cidades, tudo, são extremamente bem feitos e com um toque de realismo sem-igual. Outro ponto fortíssimo é a trilha sonora. Se você jogou Journey (o sucessor de Flower) sabe do que eu estou falando, mas se não, seus ouvidos vão agradecer por jogar esse masterpiece. Uma OST que combina instrumentos clássicos com uma leveza e tranquilidade que fica até difícil descrever como um simples solado de piano consegue ser tão belo encaixado nesse jogo. E por falar em Journey, você sabe que tem selo de qualidade. Aliás, Journey tem o selo de qualidade deste jogo e da Thatgamecompany em geral.
Enfim, se você quer um jogo de QUALIDADE e simplesmente INCRÍVEL, Flower vai se encarregar deste serviço para você.

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